DHCP Windows

Problema: o servidor Windows de uma rede deu problema, atrapalhando estações que estavam sendo ligadas durante o período.
Solução que chegou a ser cogitada: montar um CLUSTER Windows para o servidor DHCP, para garantir que outro servidor entrasse no ar caso o primeiro apresentasse problema algum dia.

Transformer de papel: Optimus1 (protótipo)

Paper Transformer: Optimus (prototype)

Protótipo do Optimus de papel

English version below.
Depois de muito tempo, resolvi voltar ao hobby de tentar fazer um transformer de papel. O escolhido para ser o primeiro, como não podia deixar de ser, foi o Optimus.
O projeto ainda não está finalizado, estou montando um protótipo para ver se tudo encaixa certinho. Durante esta montagem fui notando erros e corrigindo. Não gostei muito das mãos, mas não achei solução melhor.
Segue algumas fotos do protótipo montado até agora. Ainda não está pronto, falta a cabeça, o resto das pernas e as rodas.


After a long time, I’m trying to do paper transformers again. I’ve chosen Optimus to be the first of this new series.
The project isn’t finished yet, I’m doing first a prototype to test and see if everything goes well. While I did this one I’ve noticed and corrected some flaws. I don’t like his hands, but didn’t found a better solution.
Below there is some pics of the prototype, not yet finished. It’s missing the head, half of the legs, and the wheels.

Optimus1 (montagem do protótipo)

Treasure Island

Memórias de infância:

Não lembro onde isso foi comprado, mas tinha quando criança e muito joguei. O jogo começava no painel da esquerda, onde o personagem tinha que tentar chegar na ilha, fugindo de tubarões e um polvo. No painel do meio você ficava jogando o tempo que quisesse, desviando dos fantasmas e catando tesouros, mas com o tempo apareciam mais fantasmas e iam ficando mais rápidos. Por fim, no painel da direita era para tentar ir embora da ilha, desviando de pedras jogadas por um pirata. Simplesinho mas bom para a época.

Lendo Gmail com Gnus & Emacs

"Mãe! Esse cara usa EMACS!"


Estou seguindo o tutorial em http://www.emacswiki.org/emacs/GnusGmail mas já encontrei várias dificuldades. Primeiro, ao usar este trecho indicado no tutorial:

(add-to-list ‘gnus-secondary-select-methods ‘(nnimap “gmail”
(nnimap-address “imap.gmail.com”)
(nnimap-server-port 993)
(nnimap-stream ssl)))

Tive que colocar assim:

(setq gnus-secondary-select-methods ‘(nnimap “gmail”
(nnimap-address “imap.gmail.com”)
(nnimap-server-port 993)
(nnimap-stream ssl)))

Segundo, o emacs reclamava do parâmetro nnimap. Resolvi isso lendo esta mensagem: http://lists.debian.org/debian-user/2001/12/msg00597.html
Basicamente, o trecho acima teve que ser mudado também para:

(setq gnus-secondary-select-methods ‘((nnml “”) (nnimap “gmail”
(nnimap-address “imap.gmail.com”)
(nnimap-server-port 993)
(nnimap-stream ssl))))

Agora aparentemente funciona, mas não aparece um “grupo” de news no gnus referente ao Gmail, só os newsgroups normais que acesso do servidor de news. Continuando a pesquisar…

Hello world!

Acabei de me mudar pra cá, ainda vou passar uns dias ajeitando algumas coisas. Depois vejo como colocar meu tema antigo.
Just moved to here, will spend the next days adjusting some stuffs. Later I’ll see some way of putting my old theme here.

Mulher: cuidados básicos

Recebi o texto abaixo por e-mail, supostamente de autoria do Luiz Fernando Veríssimo. Como achei muito bom, faço minhas suas palavras.


O desrespeito à natureza tem afetado a sobrevivência de vários seres e entre os mais ameaçados está a fêmea da espécie humana.

Tenho apenas um exemplar em casa, que mantenho com muito zelo e dedicação, mas na verdade acredito que é ela quem me mantém. Portanto, por uma questão de auto-sobrevivência, lanço a campanha “Salvem as Mulheres!”

Tomem aqui os meus poucos conhecimentos em fisiologia da feminilidade a fim de que preservemos os raros e preciosos exemplares que ainda restam:

1. Habitat

Mulher não pode ser mantida em cativeiro. Se for engaiolada, fugirá ou morrerá por dentro. Não há corrente que as prenda e as que se submetem à jaula perdem o seu DNA. Você jamais terá a posse de uma mulher, o que vai prendê-la a você é uma linha frágil que precisa ser reforçada diariamente.

2. Alimentação correta

Ninguém vive de vento. Mulher vive de carinho. Dê-lhe em abundância. É coisa de homem, sim, e se ela não receber de você vai pegar de outro. Beijos matinais e um ‘eu te amo’ no café da manhã as mantém viçosas e perfumadas durante todo o dia. Um abraço diário é como a água para as samambaias. Não a deixe desidratar. Pelo menos uma vez por mês é necessário, senão obrigatório, servir um prato especial.

3. Flores

Também fazem parte de seu cardápio – mulher que não recebe flores murcha rapidamente e adquire traços masculinos como rispidez e brutalidade.

4. Respeite a natureza

Você não suporta TPM? Case-se com um homem. Mulheres menstruam, choram por nada, gostam de falar do próprio dia, discutir a relação. Se quiser viver com uma mulher, prepare-se para isso.

5. Não tolha a sua vaidade

É da mulher hidratar as mechas, pintar as unhas, passar batom, gastar o dia inteiro no salão de beleza, colecionar brincos, comprar muitos sapatos, ficar horas escolhendo roupas no shopping. Entenda tudo isso e apoie.

6. Cérebro feminino não é um mito

Por insegurança, a maioria dos homens prefere não acreditar na existência do cérebro feminino. Por isso, procuram aquelas que fingem não possuí-lo (e algumas realmente o aposentaram!). Então, aguente mais essa: mulher sem cérebro não é mulher, mas um mero objeto de decoração. Se você se cansou de colecionar bibelôs, tente se relacionar com uma mulher. Algumas vão lhe mostrar que têm mais massa cinzenta do que você. Não fuja dessas, aprenda com elas e cresça. E não se preocupe, ao contrário do que ocorre com os homens, a inteligência não funciona como repelente para as mulheres.

7. Não faça sombra sobre ela

Se você quiser ser um grande homem tenha uma mulher ao seu lado, nunca atrás. Assim, quando ela brilhar, você vai pegar um bronzeado. Porém, se ela estiver atrás, você vai levar um pé-na-bunda.

Aceite: mulheres também têm luz própria e não dependem de nós para brilhar. O homem sábio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os próprios. Ele sabe que, preservando e cultivando a mulher, ele estará salvando a si mesmo.

E meu amigo, se você acha que mulher é caro demais, vire GAY.
Só tem mulher quem pode!

De Volta Para o Futuro em 2010

Está circulando um e-mail por aí com uma foto do painel do carro do filme De Volta Para o Futuro Parte II, com a suposta data em que o Marty McFly chegava no futuro, como sendo hoje (06 de julho de 2010).


Esta é a foto que recebi no e-mail:

Foto falsa do painel, mostrando 06 de julho de 2010

De cara estranhei a data… eu tinha 15 anos em 1990 quando vi o filme no cinema, e me lembro que a estória se passava em 1985 (o “presente” no filme), e que ele viajava 30 anos para o futuro, portanto para o ano 2015. Fui conferir minha memória na Wikipedia e não só vi que realmente o ano certo seria 2015, mas que este e-mail que está circulando é lorota. A imagem foi editada. Olha aí embaixo a imagem real, cortesia da Wikipedia:

Foto com a data correta, 21 de outubro de 2015

Pois é gente, eu tô desde 1990 esperando 2015 chegar pra ver se os adolescentes vão mesmo usar a calça jeans do avesso, os carros vão voar, as roupas vão se ajustar e secar sozinhas, vai ter pilhas de laserdiscs de lixo nas ruas (hahahaha), e outras coisas do tipo. Pelo menos eu venho reclamando sobre o não surgimento dos carros voadores desde o ano 2000 🙂

Se bem que essa dos carros voadores é bem mais antiga que este filme; muitas estórias de ficção científica do século passado tinham essa ideia. Talvez os Jetsons tenham sido grandes culpados em propagar a ideia, mas eu lembro de outras… já li uma estória em quadrinhos do Mickey de 1950 (em preto e branco), onde o Mickey viajava no tempo para o ano 2000 e não só os carros voavam, como até mendigo ficava deitado em rede flutuante pedindo esmola. Só não coloco um scan dessa cena online, porque essas revistas ficaram na casa de meus pais, em outro estado.